Vivemos em uma era em que muitos profissionais acreditam que basta estar disponível, acessível e visível para ser escolhido. Mas o problema é justamente esse: quando todos estão disponíveis, o desejo desaparece.
Na psicanálise, Jacques Lacan explica que “o desejo nasce da falta”. Em outras palavras: aquilo que não se tem é o que realmente se quer. E no marketing, a lógica é a mesma. Se a sua marca se oferece para todos, ela se torna comum, e o comum não desperta desejo e, o que falar do profissional ou empresa que fecha um contrato só pela ânsia de ter mais clientes e teve que reduzir o preço de maneira absurda por uma entrega muito acima do que aquele cliente (ruim) mereceria? Não faça isso!
Na Aristocrática Marketing, trabalhamos com a mesma premissa que guia o comportamento humano: selecionar é construir valor. Não atendemos todo mundo e fazemos questão disso. Nosso foco é em negócios que compreendem que marketing é investimento, não improviso. Nós não somos e não queremos ser – o melhor preço, o mais barato, aquele que dá um “descontinho”, porque sabemos que nosso trabalho é de qualidade e que buscamos sempre excelência, algo que gera esforço além da média e muitas horas de empenho. Se o seu comprometimento é acima da média, seu cliente precisa ser acima da média também.
Cada projeto carrega tempo, experiência, técnica e equipamentos de alto nível. Nada é amador, porque posicionamento não é sobre “fazer bonito”, é sobre gerar percepção de autoridade e desejo real, e isso o cliente também precisa aprender com você, caso ele ainda não aja desse modo com os seus próprios clientes, pois isso fará com que o jogo mude, para você e para ele também.
Por exemplo, a diferença entre um conteúdo gravado no celular e um produzido com uma câmera de cinema (no nosso caso) não está apenas na imagem, está na mensagem que isso comunica.
No fim, o princípio é simples, mas poucos têm coragem de aplicar:
Não é o cliente que define o seu valor.
É o seu valor que define o seu cliente.
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